Inovação para diminuir a inflação médica

O ano de 2019 fechou com a inflação médica brasileira em 17%, uma das maiores do mundo. Dados do Instituto de Estudo de Saúde Suplementar (IESS) mostram que os planos coletivos tiveram aumento ainda superiores à 17% em 2018, o que correspondeu ao triplo do aumento quando comparado com países como a China e o Canadá, por exemplo. Para o ano de 2020, estimativas já preveem uma inflação de 15%.

 

 

O índice é um dos fatores determinantes para o reajuste dos preços dos planos de saúde. Nos últimos 8 anos, houve um reajuste de 340% nos planos de saúde, quando no mesmo período, a inflação médica não ultrapassou os 150%. Logo, as empresas estão adotando práticas que visam reduzir o seu custo de operação para controlar o aumento dos preços.

Hoje, a maioria dos estabelecimentos cobra dos planos de saúde pela prestação do serviço, independente da eficiência e eficácia dos procedimentos. Então, é como se as operadoras fornecessem um cheque em branco cada vez que algum segurado é atendido. 

 

INFLAÇÃO MÉDICA: UMA INOVAÇÃO PARA DIMINUÍ-LA

Visando mudar esse cenário, temos a onda da verticalização dos serviços de saúde, em que as operadoras estão construindo estabelecimentos clínicos próprios e realizando a compra de materiais para procedimentos por si mesmos, resultando em mudanças em todo o sistema. Algumas operadoras estão descredenciando médicos e hospitais que se recusam a atender em um novo modelo.

Uma das grandes dores dos custos de assistência à saúde brasileira são os OPME (órteses, próteses e materiais especiais), materiais que são conhecidos por representarem uma grande fatia dos custos assistenciais das operadoras de saúde. Para reduzir os custos nessa ponta, operadoras de saúde estão optando por tecnologias que permitem um ambiente mais competitivo entre os fornecedores, o que resulta em uma melhor negociação de preços dos OPME.

A ferramenta que permite essa negociação é a OPME Digital. Desenvolvida para atacar diretamente a dor dos altos custos de materiais e melhorar a gestão de compras dos OPME, a ferramenta conta com funcionalidades focadas para garantir os melhores preços para os materiais, reduzindo os custos assistenciais das operadoras de saúde.

Já foram diversos cases de sucesso na utilização da ferramenta, e em pouco tempo, já apresenta resultados de 20% de economia média das compras de materiais realizadas pelos usuários. 

Para conhecer melhor a ferramenta e poder compartilhar desses resultados, entre em contato com a equipe do OPME Digital. Vocês poderão conversar sobre como reduzir os preços dos materiais de alto custo e otimizar a performance da sua operadora.

 

Fontes: Saúde Business e Abramge – Associação Brasileira de Planos de Saúde

 

*Texto por Rafael Schmitt Meurer

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